VISÃO GERAL DO FRAMEWORK

O framework Business Agility Management (BAM) é uma base de conhecimento online para criar agilidade no negócio, focado na geração contínua de valor em qualquer tipo de organização. Possui uma arquitetura flexível, que permite ser usado para descer ou escalar a agilidade em organizações que utilizem qualquer abordagem de gerenciamento de projetos: híbrida, preditiva ou adaptativa. É focado no cliente, que fica no centro de todo o pensamento do framework e é composto por 3 camadas (interna, intermediária e externa).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na camada interna, temos os elementos básicos:

 

  •  Mindset: significa modelo mental, visão de mundo e padrões de pensamento que influenciam nossa capacidade de fazer escolhas e tomar decisões boas ou ruins. Criar uma cultura de agilidade e lean thinking é a “pedra fundamental” do framework.

  • Princípios: São fundamentos, pontos considerados iniciais, ou a essência primária para a implementação do framework.  

Os 10 princípios são:

  1. Foco nas pessoas;

  2. Transparência em todos os níveis;

  3. Adaptação às mudanças o mais breve possível;

  4. Antecipação do retorno sobre o investimento (Return on investment – ROI);

  5. Geração de valor de forma interativa e incremental;

  6. Foco no cliente;

  7. Criação de fluxo de valor;

  8. Fluxo contínuo de entregas;

  9. Produção puxada;

  10. Perfeição (melhoria contínua).

 

  • Valores: São as crenças e atitudes que dão personalidade ao framework e que devem servir como guias e parâmetros para todos os envolvidos na sua implementação.

Os 5 valores são:

1.     Adaptabilidade;

2.     Aprendizagem;

3.     Colaboração;

4.     Coragem;

5.     Foco e pragmatismo.

  • Papéis:  São as funções e as responsabilidades que devem ser desempenhadas pelas pessoas, individualmente ou em grupo, no esforço de “descer” ou “escalar” a agilidade centrada no cliente.

  • Domínios: Domínio é uma parte de toda a organização que precisa se integrar com as demais para implementar a agilidade no negócio. São “camadas lógicas” da organização, que podem ou não corresponder a “caixinhas do organograma”, e que precisam ser orientadas e integradas pela agilidade.

  • Roadmap: É um roteiro a ser seguido para implementar algo, de forma visual e descritiva, como se fosse um mapa da estrada a ser seguida. Define os passos para implementar o framework.

 

Na camada intermediária, temos os pilares do gerenciamento profissional do portfólio de projetos, programas e portfólio, que precisam ser usados dentro de cada domínio para alcançarmos o sucesso:

 

  • Governança: Define as regras, as diretrizes e as responsabilidades dos envolvidos no gerenciamento de projetos, programas e portfólios.

  • Processos: É a sequência de passos que precisa ser seguida, o conjunto de entradas, técnicas / ferramentas e saídas a serem utilizados para a gestão dos projetos, programas e portfólio. Podem compor frameworks ou metodologias.

  • Pessoas capacitadas: Todo o trabalho será feito por pessoas para pessoas, que precisam ter um conjunto de capacidades técnicas e comportamentais para alcançar o sucesso.

  • Tecnologia: Corresponde ao conjunto automatizado de processos e ferramentas para coletar, processar, analisar, distribuir e armazenar todas as informações referentes ao framework. Gestão sem tecnologia é burocracia sem agilidade.

 

Na camada externa temos os frameworks relacionados aos 5 domínios:

 

  • Agilidade no negócio: Tem como objetivo implantar a agilidade no negócio, que significa a capacidade de uma organização em adaptar-se rapidamente às mudanças de cenário externo e interno.

  • Agilidade no portfólio: busca otimizar os investimentos da organização, visando alcançar o máximo de valor estratégico, utilizando da melhor forma possível os recursos organizacionais, dentro das limitações existentes, sejam elas financeiras, pessoas, de equipamentos, infraestrutura ou qualquer outra.

  • Agilidade em múltiplos projetos: busca escalar a agilidade no gerenciamento de múltiplos projetos. A flexibilidade estrutural do framework permite adaptações a abordagens porventura já adotadas pela organização, tais como gerenciamento de programas e de PMOs (Project Management Office) ou VMOs (Value Management Office).

  • Agilidade no projeto: Tem como objetivo implementar a agilidade nos projetos e escalar a agilidade para diversos times de desenvolvimento trabalhando de forma integrada na implementação de apenas um produto.

  • Agilidade na operação:  Objetiva criar agilidade nas operações contínuas e repetitivas que precisam ser executadas para manter o negócio da organização. O framework prevê, através de práticas ágeis e métricas aderentes ao contexto, apoio à identificação da cadeia de valor da organização e, dentro dela, do fluxo de valor (VSM – Value Stream Mapping).

 

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